8 de set. de 2011

Você pra mim é fogo que arde, sem doer. É brisa que tranqüiliza os meus dias. É um dia de chuva embaixo das cobertas e o arrepio de uma voz a sussurrar. Hoje me vejo tão dependente de ti, como nunca antes fora de alguém que não fosse a mim mesma. Nunca me tranqüilizei com um outro alguém, quanto me tranqüilizo contigo. Somo dois lados da mesma moeda, somos os iguais na diferença e os opostos que se atraem. Somos o ombro, o braço e o abraço amigo. Contigo me sinto tão segura quanto nas manhas de domingo, a segurança que você me transmite talvez seja predestinada, e simplesmente não acreditável. Pois pela primeira vez não necessito de armas, escudos ou teatros para sentir.

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