13 de dez. de 2011

[...] sinto que as lagrimas de hoje estão a doer mais que as de antes. Sinto também que o peso seja maior e a solidão, ou o maior abismo ou o melhor conforto. Sei que havia prometido que não retiraria mais o tão precioso escudo, sei que prometi nunca mais admitir fraqueza nenhuma. Más eu acreditei que era capaz, jurei que poderia me fazer e fazer a um próximo bem. Vejo que não sei bem aonde ir, mas tenho que simplesmente partir. Não me permito encontrar uma alma que seja para tentar conversar e assim aliviar essa dor, pois ninguém é obrigado a isso. Se não posso nem tentar um consolo com a minha mãe, não devo e não posso precisar de mais ninguém. Nada mais desejo neste momento que o silencio, um silencio onde remontarei minhas mentiras particulares, tornando-me assim sozinha e auto-suficiente pro resto da minha vida, pare que nada além do meu pensamento me traga dor.

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